Evenepoel e Roglic no Dauphiné

Evenepoel e Roglic no Dauphiné

Cinco finais em alto, contrarrelógio de 34 km e os regressos de Remco Evenepoel e Primoz Roglic criam expetativa para a 76ª edição do Criterium du Dauphiné.

Protagonistas da Vuelta a Espanha em 2022, Primoz Roglic e Remco Evenepoel preparam-se para voltar a medir forças antes do Tour de France.

Após caírem no País Basco, os líderes de Bora-hansgrohe e Soudal Quick-Step voltam a competir no Critérium du Dauphiné, entre 2-9 de junho. No caso de Roglic é o regresso à prova que venceu em 2022.

Roglic ao ataque na etapa 6 do Paris-Nice em La colle-sur-Loup. Créditos: A.S.O. Billy Ceusters

Sepp Kuss é o dorsal 1

Evento clássico de preparação para o Tour, o Dauphiné contará com o campeão da Vuelta que vai liderar a Visma Lease a Bike). Sepp Kuss é o dorsal 1 desta edição.

A armada espanhola apresenta-se com Juan Ayuso (UAE-Emirates) e Carlos Rodriguez (Ineos Grenadiers), respetivamente campeões no País Basco e na Romandia este ano.

Entre os candidatos contam-se ainda o britânico Tao Geoghegan Hart (Lidl-Trek), os trepadores Santiago Buitrago (Bahrain) e Felix Gall (Decathlon Ag2r), além dos franceses David Gaudu (Groupama-FDJ) e Guillaume Martin (Cofidis).

Kuss não contará com Van Aert nem com Vingegaard no Dauphiné.
Créditos: Bram Berkien

Cinco finais em alto

O percurso da corrida francesa promete dureza logo nas primeiras etapas.

Destaque para os 25 km finais no acesso ao Col de la Loge logo ao segundo dia, em pleno Maciço Central. Oportunidade de marcar diferenças na geral e o primeiro de cinco finais em alto.

Depois há jornadas rompe-pernas como ao terceiro dia em Les Estables, onde o acesso à meta se faz por rampas a rondar 5% de inclinação ao longo de 3,8 km.

O tradicional contrarrelógio de quarta-feira – com 34,4 km em Neulise – não é plano. O terreno é ondulado e o percurso supera os 400 m de acumulado.

Pódio do Dauphiné 2023 em La Bastille: vitória de Vingegaard sobre Yates e O’Connor.
Créditos: A.S.O. Billy Ceusters

Plateau des Glières fecha o Dauphiné

Sexta-feira sobem Col du Granier e terminam em Collet d’Alevard após 11 km de subida a 8,1% de média. Sábado há subidas icónicas da prova – Col des Saisies, Col des Aravis e Col de la Colombière – num dia com 4268 m de acumulado onde via Côte d’Arâches fecham a etapa na estância de Samoëns 1600.

Domingo mais uma jornada alpina com três contagens de montanha de primeira categoria. Plateau des Glières fecha o Dauphiné numa zona onde o Tour nunca foi meta, mas onde Julian Alaphilippe venceu a etapa final da Volta a França do Futuro de 2013.

As etapas da 76ª edição:

  • 2 junho etapa 1: Saint-Pourçain-sur-Sioule > Saint-Pourçain-sur-Sioule, 174,8 km
  • 3 junho, etapa 2: Gannat > Col de la Loge, 142 km
  • 4 junho, etapa 3: Celles-sur-Durolle > Les Estables, 181,2 km
  • 5 junho, etapa 4: Saint-Germain-Laval > Neulise, 34,4 km (contrarrelógio individual)
  • 6 junho, etapa 5: Amplepuis > Saint-Priest, 200,2 km
  • 7 junho, etapa 6: Hauterives > Le Collet d’Allevard, 173,2 km
  • 8 junho, etapa 7: Albertville > Samoëns 1600, 145,5 km
  • 9 junho, etapa 8: Thônes > Plateau des Glières, 152,5 km

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