António Morgado pode sonhar com a Volta a França

António Morgado pode sonhar com a Volta a França

Daniel Lima fechou no top 10 a Corrida da Paz e colocou Portugal na Volta a França do Futuro. Prova sub-23 é objetivo de António Morgado.

A geração liderada por António Morgado recorreu ao coletivo para sair airosa de uma prova azarada.

O corredor da UAE-Emirates perdeu a Corrida da Paz por um furo na 2ª etapa. Por ter sido fora da zona de proteção, o azar custou 33 segundos a António Morgado e afastou-o da luta pelo pódio.

O bloco português durante a Corrida da Paz.
Créditos: FPC

Uma equipa capaz de ajudar o líder

Nem tudo foram azares nestes quatro dias de competição. Da icónica prova sub-23 saiu uma equipa capaz de ajudar o líder a ganhar a Volta a França do Futuro.

Em fevereiro, na Figueira da Foz, o TopCycling entrevistou António Morgado. Tinha acabado de chegar ao WorldTour, mas o Bigode Voador deixou duas garantias para 2024.

“Este ano um dos meus objetivos é ganhar a Volta a França do Futuro e ficar com esse objetivo feito. Tentar outra vez o Mundial, o último ano em que vou tentar o Mundial em sub-23.”

António Morgado ao TopCycling.
Morgado ficou atrás do francês Rolland e do belga Dockx na etapa rainha em Dlouhé stráne.
Créditos: Reichova Barbora/Course de la Paix

Apuramento direto para a Volta a França do Futuro

A Corrida da Paz foi dominada pela França: Brieuc Rolland foi 1º e Léo Bisiaux 3º, pelo meio ficou o belga Aaron Dockx.

Portugal perdeu Lucas Lopes por doença e Daniel Lima ainda caiu a 400 m da conclusão da corrida.

O atleta de Loulé e da Academia da Israel, foi o melhor português e fechou no 10º posto. António Morgado acabou na 14ª posição.

Ambos pontuaram para Portugal ficar no 10º lugar do ranking da Taça das Nações e garantiram o apuramento para a Volta a França do Futuro.

Pela seleção nacional também concluíram a prova Gonçalo Tavares (24º), Alexandre Montez (62º) e João Martins (92º).

“A etapa de hoje não teve a dureza que desejávamos para fazer diferenças. O Daniel Lima e o António Morgado ainda atacaram na última subida, mas o pelotão estava muito numeroso, com muita gente capaz de responder e de controlar a corrida. Cumprimos o objetivo fundamental que era somar os pontos necessários para garantir a presença na Volta à França do Futuro. Além disso, estivemos na discussão desta prova. O 10º lugar do Daniel Lima é muito bom a este nível e o António Morgado, se não fossem os 30 segundos perdidos com o furo da segunda etapa, teria terminado no pódio. O 2º lugar na geral coletiva demonstra uma grande consistência de toda a equipa”.

José Poeira à Federação Portuguesa de Ciclismo.

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