Iúri Leitão ganha na China e estreia-se no circuito ProSeries

Iúri Leitão ganha na China e estreia-se no circuito ProSeries
Foto: Tour of Magnificent Qinghai

Começou forte e acabou em beleza a digressão à China de Iúri Leitão e da Caja Rural-Seguros RGA, que saíram com uma vitória do Tour of Magnificent Qinghai, prova que integra o circuito ProSeries.

Na prova que se disputa junto ao lago Qinghai o campeão olímpico de Paris impôs-se com autoridade no último sprint.

Além do velocista de Viana do Castelo, nota para o 2.º posto do colega Jan Castellon numa geral adjudicada por Jonathan Caicedo, o último vencedor no Alto da Torre que, após o final precipitado da equipa Petrolike, encontrou na chinesa Wheeltop Rotor Chengdu a forma de prosseguir a carreira.

Henok Mulubrhan (XDS Astana) fechou o pódio no lago Qinghai.

Ler mais | Iúri Leitão abre o ativo da Caja Rural

Foto: Tour of Magnificent Qinghai

Iúri Leitão teve boas pernas

Ao contrário da primeira etapa, em que dominou o sprint, mas abriu o flanco e permitiu a passagem de Alexander Salby (Li Ning Star), desta vez a estratégia foi bem perfeita.

Iúri Leitão teve boas pernas e analisou o triunfo na corrida chinesa em comunicado da equipa.

“Desde o dia em que passamos a liderar que mudamos a mentalidade. Estávamos todos mentalizados que era preciso lutar pela geral e hoje não foi diferente. Eu, depois das sensações que tive ontem fiquei com um gosto amargo na boca por não ter tido espaço para sprintar, mas hoje tinha muita confiança de que podia passar a subida e assim foi. Tinha muita confiança de que podia ganhar e quando vi o momento e tive espaço não hesitei. Estou muito contente e tenho que agradecer à equipa por este triunfo”.

Recordemos que o vianense venceu a Clássica Loire Atlantique, em março, depois ganhou uma etapa no GP Anicolor e agora levanta os braços na China, que ao ser ProSeries é a maior vitória da carreira do português.

Com estes três triunfos, o corredor da Caja Rural iguala o rendimento da época de 2023, isto no regresso à competição após uma queda na Volta à Hungria que o deixou sem treinar 20 dias, o que não contribuiu para as possibilidades de ir ao Tour de France.

Foto: Tour of Magnificent Qinghai

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